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segunda-feira, 12 de abril de 2010

A comemoração...

A primeira festa de aniversário... Domingo, dia 11/04/2010 às 15h30. Salão de festas do prédio da tia Ceres.

Pensei um bocado antes de começar a organização da festa. Sou completamente a favor de poucos gastos (mesmo porque não temos dinheiro pra fazer nada muito espetacular, tipo alugar esses buffets infantis e bla bla blás que não tem NADA a ver com a gente), sair do tradicional (não quis encomendar os tradicionais docinhos e salgadinhos cheio de frituras e nada saudáveis) e fiz uma pequena seleção na lista de convidados.
No fim das contas, foi assim: preparei o salão para 50 convidados, 10 mesas cada uma preparada com prato, xícara, copo, talheres para 5 pessoas. No centro do salão, uma mesa grande com as comidas: diferentes tipos de pães, patês, frios (queijo, salame, presunto...), bolachas e pão de queijo. Os tradicionais docinhos foram substituídos por mousses de maracujá e uva, servidos em copinhos de plástico e que ficaram sobre a mesa em volta do bolo. O bolo, sim, não saiu do tradicional: chocolate. Mas enfeitado com flores comestíveis: simplesmente lindo!!

Para beber: água, refrigerante (que da próxima festa vou ver se dispenso) e diferentes tipos de chás (daqueles de saquinho, e água quente em garrafas térmicas). Suco?? até que foi comprado, mas esquecemos de servir, dá pra acreditar?? Acontece...
Lembrancinhas?? Fiquei na dúvida se fazia ou não... Acabei fazendo um pacotinho com doces coloridos, bem simples, mas bonitinho. Nada de ímã de geladeira com a foto da aniversariante... Não mesmo!!
A preparação: dividimos as tarefas, é claro. Como não temos dinheiro pra encomendar tudo pronto, a maioria das coisas foi feita por nós. Eu e minha mãe fizemos os mousses e o pão-de-queijo. Minha sogra querida fez os patês deliciosos e o cunhado querido fez o bolo maravilhoso. Eu comprei os frios, os pães e as bolachas (da "Casa das Bolachas"... hummm!! delícia!!). A decoração: meia dúzia de bexigas cor-de-rosa e roxas em forma de flores. E só. Pra dar uma "cara" de festa de criança... porque, pelos comes e bebes e pela preparação do salão de festas, acabou ficando com cara de um café colonial chique!! Muito elogiado, por sinal. rsrsrsrs...
Uma coisa que não vou "abrir mão", da próxima vez, é de contratar alguém pra cuidar das comidas... Porque acaba sobrando sempre pra minha mãe, tadinha, que quase não aproveita a festa por conta disso.
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Esses dias me arrisquei escrevendo um post aqui (mas não postei) falando das minhas previsões para a festa. Uma dessas previsões foi que Ana Clara ficaria irritadíssima durante a festa - assustada com o monte de gente querendo pegá-la no colo, etc -, que não aproveitaria nada e que eu e o Rapha ficaríamos nos revezando do salão de festas pro apartamento pra ficar cuidando da filha dorminhoca.
Bom... O que realmente aconteceu: quando o horário da chegada dos convidados foi se aproximando, a Ana foi ficando com sono... O Rapha foi fazer a aniversariante dormir no apartamento enquanto eu terminava de pendurar algumas bexigas e recepcionava os primeiros convidados. Não sei quanto tempo foi essa soneca da Ana (não foi muito), mas foi o suficiente para ela recuperar a energia e me surpreender até o final da festa.
Quando a Ana Clara acordou, sua dinda (minha cunhada, Luciana) foi atendê-la e levou-a até o salão. A pequena chegou meio assustada, quietinha... mas por pouco tempo: logo que viu a prima Daniela já pediu para ir pro chão brincar. E brincar, e brincar, e brincar, e brincar, e brincar... Lembra da previsão que eu fiz? Se eu fosse cartomante, estaria na miséria.
Rapha e eu estamos até agora falando e comentando da nossa alegria por sentir que nossa filhota aproveitou muito sua festa. E muito mesmo.
Obviamente não foram todas as pessoas que convidei, mas fiquei muito feliz com quem esteve lá. Todos muito queridos!! Muitos presentes, roupinhas lindas e brinquedos que a Ana já curtiu durante toda a festa. E o meu temido momento do "parabéns"?? Ana Clara ficou no meu colo, olhando para todos com uma carinha de assustada, mas deslumbrada com aquele monte de gente cantando aquela música e todos olhando para ela. Só quando terminamos de cantar que ela resolveu bater palmas!! Rsrsrsrs... Linda!! Lá pelas 18h30 demos a janta pra pequena (no meio da festa mesmo) e deixei ela curtir mais um bom tanto da festa. Mas chegou um horário que o sono já foi se manifestando e ela não se entregava. Já eram umas 20h45 e, mesmo tendo uns três convidados ainda no salão, me despedi e fui levá-la pra casa, dar um banho e colocá-la na cama. Rapha, minha mãe, minha tia ficaram lá organizando as comidas e as louças... Mas logo voltaram pra casa e fomos todos dormir, cansados mas satisfeitos.

Obrigada à todos.
Rapha, por aturar meus chiliques e ansiedade por achar que não vai dar tempo, ou não vai dar certo.
Mãe (idem). E por ser essa mãezona sempre à postos pra tudo. Tia Ceres, que me surpreendeu por não ter deixado de viajar pra ajudar na organização de tudo.
Iara, minha sogra querida, que também está sempre ajudando e apoiando nossas idéias.
Diego, cunhado querido, que mesmo sabendo que não poderia comparecer, preparou o bolo com todo o carinho do mundo.
Lu, cunhada linda. Grávida de 6 meses, com um baita barrigão, sem ter dormido NADA na noite anterior à festa, estava lá, comigo, às 10h da manhã me ajudando a terminar as lembrancinhas e arrumando o salão de festas, enchendo bexiga com toda felicidade do mundo!! Daniel, meu irmao querido, pelas fotos MARAVILHOSAS!! Obrigada às todos os familiares e amigos que estão sempre junto da gente, nos apoiando, nos ajudando e acompanhando essa nossa jornada de pais corujas e babões por essa princesa que alegra nossas vidas todos os dias!!

Beijos felizes da mamãe coruja.

domingo, 20 de dezembro de 2009

“Diniversário” do Rapha...


São 23h agora. Hoje foi (está sendo) um domingo muito agradável.

Depois de um extenso curso (15 horas de ‘xtreme defense’) na academia onde ele treina Krav Magá, o Rapha voltou pra casa hoje de manhã às 9h. Eu estava dando de comer pra Ana quando ele chegou (exausto!). Dei os “Parabéns”, entreguei um presentinho (comprado com muito carinho) e terminei de dar a papinha de mamão pra Ana. Tomei banho (a resistência não resolve soltar bem no finalzinho do meu banho?! Ainda bem que eu já tinha tirado o shampoo da cabeça – banho gelado ninguém merece!), sequei o cabelo (com a Ana do meu lado no carrinho - dentro do banheiro - e o Rapha arrumando a resistência do chuveiro). No meio da “secagem capilar” a Ana não parava de gritar – agitada por causa do sono – então (com o cabelo meio seco, meio molhado) fui fazer ela dormir. Terminada a TM (tarefa de mãe), terminei de secar o cabelo, fui preparar a papinha de almoço da Ana (TM), arrumei a bolsa dela (enquanto isso o Rapha “capotado” no sofá). O telefone tocou (a sogra confirmando a nossa ida dominical à casa dela), o Rapha acordou, se vestiu, a Ana acordou da soneca, enrolei ela no sling e fomos pra casa da vovó Iara (minha querida sogra). Chegamos pro almoço, dei de comer pra Ana ao mesmo tempo que almoçava (TM), comemos a sobremesa - delícia, como sempre -, brincamos no chão da sala com o primo Bernardo enquanto a sogra lavava a louça, conversamos muito (sogra e eu), Rapha e Diego (pai do Bernardo) jogavam vidogame, Rapha dormiu, fiz a Ana dormir (TM), conversamos mais um pouco (sogra e eu), tomamos café, a Ana acordou, a vovó Iara deu de comer pra netinha, o Rapha acordou, tomou café e fomos, de carona com a minha tia Ceres, embora pra casa (levando, como de costume, um pedaço de bolo – delícia, como sempre!). Chegando em casa, ‘pegamos’ a vovó Clélia de saída para assistir uma apresentação de dança da Carol, brincamos um pouco com a Ana, fui na ‘pani’ e comprei duas latinhas de “ Caracu” pro Rapha, voltei, preparei o banho da Ana (TM), dei banho, amamentei (TM) e ela dormiu.

Eu e o Rapha ficamos a sós, tivemos um momento gostoso. Conversamos bastante, reflexões sobre a vida... Felicidade.
Tenho uma filha linda e saudável, tenho um companheiro mais do que companheiro (um pai, namorado, marido, amigo, amante...), uma família maravilhosa (cheia de defeitos e problemas, mas maravilhosa).
Tive uma ótima educação (pela família e pela escola), tive uma infância perfeita (casa na árvore, quintal de abacateiros, passeios de bicicleta com a família no parque São Lorenço), uma adolescência com algumas besteiras e muito aprendizado...
Viajei, acampei, conheci lugares, conheci pessoas, brinquei muito, “fiquei”, beijei, transei, fiz besteiras, caí, levantei, fiz amizades, estudei, namorei, cursei uma graduação, aprendi, errei, tomei porres, festei, me formei, trabalhei, engravidei.

Hoje sou uma pessoa feliz, sou uma boa mãe. Estudo diariamente sobre a maternidade e aprendo muito - a cada minuto - com a minha filha. Erro, aprendo. Caio e levanto: não sou perfeita. Tenho sonhos e vou realizá-los (sim!), pois são sonhos simples e mantenho sempre o pé no chão.

Plantei uma árvore, escrevi um livro e fiz um filho. Espera ái: ainda não posso morrer! Não sou completa e (talvez) nunca serei. Mas busco a minha felicidade sempre... um dia de cada vez.

Feliz aniversário, Rapha, meu amor... Te amo. Obrigada por tudo.

Ps. Por quê “diniversário”? Porque é assim que a Daniela (minha sobrinha afilhada muito engraçada) fala “aniversário”.