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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Diário da semana [2]

Semana cheia de novidades... eventos, aulas, festas... Tudo de bom. Pra finalizar, um início de feriado maravilhoso.

Domingo, 28/03/2010...
Reunião de família na casa da minha tia às 18h30. Levar ou não a Ana? Beeeem no horário da rotina janta-banho-cama. Decidimos previamente não levar, com certeza. Pensei até em ligar ANTES pra minha tia pra avisar que a sobrinha-neta dela não compareceria à reunião. Esqueci. Chegando lá (sem a Ana), já esperava o espanto:

- e a Ana, cadê?
- Pois é, tia... ficou em casa, com o Rapha...
- ahhhhh... mas POR QUÊÊÊÊ?
-ainda não dá pra tirar a Ana dessa rotina da noite, tia. Senão ela fica chatinha, com sono e, vc sabe que ela não dorme fora de casa ainda, né?!

Preso muito pelo bom sono da minha filha. Ela ainda nem tem um ano, e dificilmente dorme fora do ninho dela. Não dorme no carrinho, muito menos no bebê conforto. E jamais colocaria ela em cima de uma cama sem que eu estivesse junto - ela se mexe demais e facilmente cairia da cama. Um colchão no chão? também não dá. Já tentei: e, pelo mesmo motivo anterior, ela se mexe demais e logo estaria no chão e, portanto, não dormiria. No sling? Dá pra imaginar um monte de gente conversando e um bebê dormindo no meio da conversa? Até existem bebês assim, mas a Ana está longe de ficar sossegada numa situação dessa. Acho que até se entregaria ao sono, depois de muito choro, irritação e mesmo assim não relaxaria completamente.
Quer saber a verdade? Eu queria poder conversar tranquila com as pessoas, poder rir, brincar com minha sobrinha, fofocar com minha cunhada... Curtir a família sem ter que estar preocupada em fazer minha filha dormir. Sabia que em casa e com o Rapha ela estaria bem e dormindo tranquilamente. Claaaaro que eu queria que o Rapha estivesse junto, mas são as escolhas. E nós concordamos que esta era a melhor.
A reunião foi gostosa, tranquila... conversas agradáveis. Tudo de bom.
Minha tia preparou uma lembrancinha de páscoa para as sobrinhas-netas: uma cesta com ovinhos coloridos recheados de doces. Uma cesta pra Daniela e outra pra Ana Clara. Pra Ana????????? Ou pra mim e pro Rapha??? Enfim. Tá aqui em casa a tal da cesta. Vou abrir os ovinhos qualquer hora dessas, comer uns docinhos e estragar a minha dieta. Os ovinhos são de plástico coloridos, acho que a Ana vai adorar os "brinquedos" novos... rsrsrsrs.

Terça-feira, dia 30/03...
Pensei pensei... estudei, li artigos, fiz enquetes com outras mães... e acabei vacinando a Ana contra a tal da gripe H1N1. Foi rápido: cheguei no "Mãe Curitibana", peguei uma senha e fui atendida em menos de 10 minutos. Entramos na sala pra vacinar e saímos em menos de 1 minuto. Quando saímos da sala duas mães, que estavam esperando, perguntaram: "ela tomou a vacina? e ela não chorou?". Pois é... acho que nem deu tempo de ela pensar em chorar.
Saindo de lá, passei num brexó infantil e a dona da loja, logo que me viu, disse: "estão falando desse negócio aí na tv...". Estava passando uma reportagem sobre sling.
Assisti a reportagem (enquanto a Ana mamava) e depois voltamos pra casa.

À tarde fui na AOBÄ. Eu e minha cunhada (Luciana). Tivemos uma conversa looonga com a Lu (da AOBÄ) sobre a escolha do parto, a influência da família, marido... Adorei. E, durante essa nossa conversa de quase duas horas, a Ana ficou brincando tranquila ali com a gente. Uma princesa. (mãe coruja? babona? eu?? imagina...).
Quarta-feira, dia 31/03...
Palestra sobre Pedagogia Waldorf, às 19h na Reitoria. Simplesmente fantástico. Palestrante ótimo, anfiteatro lotado e ouvintes atenciosos.
No final, algumas perguntas boas, outras bestas, outras completamente dispensáveis. Curioso ver a dificuldade de certas pessoas entenderem a antroposofia. Mas, pensando melhor, a antroposofia é mais prática - e muito pouco teórica pra se fazer entender.
Então, pra quem se interessar, "Portas Abertas" em maio na Turmalina.
Quando fui no "Portas abertas" do Cordão Dourado, adorei. Até fiz um post aqui.

Quinta-feira, dia da mentira...
Aula de musicalização infantil. Não levei a Ana. Aliás, decidimos não levá-la mais, pelo menos esse semestre. Ana Clara anda bem dorminhoca e ainda não deixou sua sonequinha da manhã, que acaba sendo beeem no horário da aula. Preferimos respeitar seus horários e necessidades e deixá-la dormir tranquila sem interrupções.
À noite fomos na festa de casamento de um casal amigos meus. Ana Clara ficou aos cuidados da tia Carol e da vovó Clelia. Rapha e eu fomos à festa. Foi ótimo. A festa estava LINDA e os noivos radiantes. Reencontramos amigos, falamos muita besteira, demos muitas risadas e já combinamos um encontro (como nos velhos tempos) para esse próximo domingo no final da tarde.
Não ficamos muito tempo na festa não, voltamos cedo pois não escaparíamos do nosso "despertador" às 6h30 da manhã. Mas deu pra aproveitar bastante e ainda dormir bem.

Sexta-feira, dia 02/04... Que delícia de feriado!!
Mesmo "caindo" de sono às 6h30 da manhã, fui atender a filhota que me chamava lá de seu berço louca à espera de um peito cheio de leite. Sentei na poltrona, amamentei (meio dormindo) mas curtindo, como sempre, o calorzinho daquele corpo estendido sobre o meu saciando seu desejo de leite, colo e cheiro de mãe. Ao sentir seu corpinho completamente relaxado e seus lábios em meu seio sem mais sugar, coloquei-a no berço novamente e voltei para minha cama. Uns 40 minutos depois, ouve-se o chamado novamente, mas desta vez o Rapha que foi atendê-la e eu continuei dormindo. Ele deu um café da manhã pra pequena, brincou um pouquinho com ela e eu, escutando seus balbucios, resolvi levantar-me pra cheirar a cria. Se passaram poucos minutos e ela já apresentava sinais de sono. Assim, fomos até o quarto (eu e ela), amamentei e coloquei-a no berço, fechei a porta e ela dormiu. Eram apenas 8h30 quando isso aconteceu e nós dois (Rapha e eu), então, resolvemos aproveitar para descansar mais um pouco também. Para nossa alegria (por conseguirmos descansar bem) e surpresa a Ana acordou só às 11h da manhã (soneca de 2h30!!!). Demos um suco de caqui pra pequena enquanto preparávamos seu almoço. Depois do suco ela ainda pediu meu peito e eu amamentei. Brincou um pouco e às 13h lá estava ela com sono novamente. Aproveitamos para almoçar e ela só acordou às 14h30 e com muita fome!! Foi só então que ela almoçou (e MUITO). Tranquila, como sempre, comia com gosto a cada colherada. Aproveitamos e fizemos uma "sessão" de fotos. Logo depois disso fomos ao mercado fazer umas rápidas comprinhas e o Rapha levou-a no sling. Na volta, às 16h30, lá estava Ana Clara com sono novamente. Dormiu até umas 17h30, acordou, jantou às 18h, bricou linda e feliz, tomou banho às 19h e 19h30 já estava entregue ao sono dos justos.

Um feriado simples, gostoso, agradável, feliz em família. Amo dias assim, não preciso mais do que isso para me realizar como mãe e mulher.

Obrigada Rapha e Ana Clara por me proporcionarem essa imensurável felicidade.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Diário da semana...

Março já está terminando e eu só estou no 4º post do mês. Não que eu tenha uma meta de posts mensais, mas sinti que dei uma esquecida do blog. Mas, enfim... cá estou. Sem muita inspiração, mas com vontade e tempo de escrever (acabei de deixar a pequena no berço dormindo).

Bom, vou falar das novidades da semana.
No último final de semana saíram mais dois dentes da Ana, os dois incisivos superiores. Deu uma febrinha, mas nada de mais. Demos a homeopatia e tudo ficou bem. Agora temos uma nova Ana Clara de dentões.
Na segunda-feira (22/03) fomos na pediatra e tá tudo normal. Ela só não ganhou peso, mas cresceu 3cm nesse último mês. Não demos ainda a vacina contra a gripe H1N1 por conta da febre que ela teve no final de semana. Acho que vamos dar semana que vem.

Nesta quarta-feira (24/03) fui ao encontro de mães e bebês na AOBÄ. Foi ótimo, reencontrei amigas de outros encontros com seus filhos crescidos e novas mães com bebês bem pequeninos. Foi muito agradável, algumas mães se encantaram com o sling, experimentaram e aprovaram a idéia. Conversamos sobre desenvolviento psicomotor, parto, cólicas de bebês... Trocamos novas experiências, tudo de bom. A Ana? querida, delicada, brincou e explorou os brinquedos que estavam à disposição dos bebês. Mas o que ela curtiu mesmo foi o "puf" que eu estava sentada: estava toda "faceira" por conseguir subir e descer sozinha. Além dela, o Eron também engatinhava (um bebê de uns 10 meses), mas os outros bebês que estavam lá ainda não. Todos mais novinhos ficavam deitadinhos balançando suas pernas e os braços explorando seus movimentos de formas diversas. Aline, mãe do Joaquim, estava lá também. Joaquim fofo como sempre está aprendendo a se virar. Gostoso poder acompanhar esse desenvolvimento dos bebês... No final do encontro o "céu desabou", o sol foi embora e... como sair naquela chuva com os bebês?? Acabou que deu tudo certo e foram todos embora. Eu e a Ana ficamos esperando uma carona da minha mãe, que estava presa no trânsito por conta da chuva. Ana Clara dormiu no carro (eram 19h30...). Chegando em casa deixei ela no berço assim mesmo: dormiu sem banho e com a roupa do corpo. Se eu resolvesse colocar o pijama, era capaz dela despertar de vez e aí o processo da noite talvez ficasse mais complicado. Às 22h ela acordou: trocamos a fralda, colocamos uma pijama e demos uma mamadeira de leite com mamão pra ela (pq ela não tinha jantado).
Na quinta-feira (ontem 25/03) foi dia de musicalização infantil na UFPR. Fomos Rapha e eu levar a Ana e prestigiar a aula dos bebês, às 9h30.
A Ana já frequentava a aula de musicalização desde a gestação, pois eu dava aula com o barrigão e também frequentava aula de musicalização pra gestantes. Ano passado levei ela desde seus 2 meses nas aulas da turma de 0 a 1 ano. Esse ano já inscrevi ela na turma de 1 a 2 anos. Ela não curtiu muuuito não, estava com sono ainda, e ficava passando do meu colo pro colo da Rapha. Mas até que curtiu uns chocalhos, uns lenços coloridos e olhava com atenção a professora Vivian tocar o violão.

Às 10h30 era a minha vez de dar aula (eu? dando aula?? SIIIM!! Retornando ao trabalho aos pouquinhos... e, por enquanto, junto com a Ana!!). Montei um projeto de aula e apresentei ao projeto de musicalização da UFPR: "SLINGAR E DANÇAR, apreciação musical através da dança com o bebê no sling". E essa primeira aula foi bem legal!! Foram duas mães com bebês pequenos e uma gestante. Uma das mães levou seus ring sling e ensinei ela a colocar o bebê no pano (porque ela tinha comprado mas não sabia como usar). A outra quis experimentar o sling wrap e ensinei a amarração básica. Dançamos e depois conversamos um pouco sobre os slings. As mães sairam felizes com seus bebês dormindo no pano. Lindo de ver!
A Ana? não ficou na aula... o Rapha foi dar um passeio com ela, foi dar seu lanchinho da manhã e só nos reencontramos no final da aula. Voltamos para casa à pé (distância: do Shooping Crystal até o Teatro da Reitoria) e eu levando a Ana no maior do sono enroladinha no sling. Um ótimo exercício para queimar umas calorias. =)

À tarde teve sessão do Cinematerna, mas não fomos. Resolvi ficar em casa e deixar a Ana curtir um pico de crecimento cheio de sono e muito peito.

Hoje, sexta-feira, começa 1ºSalão da Mamãe em Curitiba. Uma feira que abrangerá setores como roupa para gestantes, bebês e crianças, móveis, enxoval, fotografias, cursos, clinicas de fertilização, academias de hidroginástica, lembrancinhas, clínicas de estética, escolas e berçários, lojas de brinquedos, buffets infantis, artigos para festas, entre outros.
O Salão começa hoje e vai até domingo.
Quando der, vou dar uma passada por lá e dar uma bisbilhotada nas novidades.

Hoje tem também uma palestra sobre Pedagogia Waldorf (me interessa MUITO), com o palestrante Peter Biekarck - do Centro de Formação de Professores de São Paulo - às 19h na Reitoria (UFPR) no anfiteatro 100, 1º andar. E, o melhor: entrada franca. A palestra será realizada hoje e também no dia 31/03, no mesmo local e horário.

Acho que é isso. Volto outra hora pra contar mais coisas.
Agora tenho que atender a minha princesa que acordou.
Imagens: arquivo pessoal
1ª. Daniela (minha sobrinha afilhada linda) "lendo" a revista.
2ª. Ana Clara e eu na musicalização em julho de 2009.

domingo, 15 de novembro de 2009

"O nosso Cordão Dourado... que passa por todo lado..."

Dia 31/10/2009... Um sábado lindo de sol: Festa da Primavera do Cordão Dourado. Cheio de rituais e aquelas crianças graciosas com suas coroas de flores na cabeça... Nossa, que festa linda!! Eu já era apaixonada pela Escola Waldorf, e nesse dia, então, não tive dúvidas de que a Ana Clara vai ser conduzida por essa antroposofia.

Ontem, dia 14/11/2009, fui num encontro chamado “Portas Abertas”, promovido para quem quisesse conhecer um pouco mais sobre o ritmo da Educação Infantil Waldorf, com uma vivência do ambiente e metodologia da escola Cordão Dourado.
O encontro era das 8h às 12h, então tive que levar a Ana junto... Fiquei um tanto quanto receosa com o comportamento dela, ela vive gritando aqui em casa e achei que ela pudesse ficar meio agitada lá também. Quando chegamos lá, a Ana já estava com muito sono e logo dormiu enrolada no nosso querido indispensável sling wrap. Haviam apenas 6 pessoas: eu, outras 3 mães e um casal de namorados interessados na pedagogia, além da diretora e duas professoras da escola.
Sentamos numa mesinha (adaptada para as crianças) e cada um deveria fazer um desenho com os gizes feitos de cera de abelha. Depois a diretora da escola mostrou uns desenhos, feitos por alunos, para explicar o desenvolvimento psicomotor da criança. Nessa escola, salvo algumas pouquíssimas vezes, as professoras não sugerem temas para os desenhos, é sempre livre: assim o desenho reflete muitos aspectos da criança, servindo de ferramenta para identificar em que fase o aluno se encontra. As turmas não são separadas por idade, e sim pela fase de desenvolvimento psicomotor de cada uma.
Depois dos desenhos, fomos “fazer o lanche”: pão sueco. Cada um recebeu um pedaço da massa, já pronta, e deveria esticar com um rolo até ficar bem fininha. Cada pedaço esticado recebeu seu lugar na forma e foram para o forno. Enquanto esperamos assar o pão, fomos conhecer os espaços de brincar (dentro da escola) e os brinquedos: bonecas waldorf, os carrinhos de madeira, bolas de lã... Nada de plástico. Nada muito cheio de cor. Deixou-se claro que os brinquedos devem passar uma ‘verdade’; o plástico é frio e leve, não tem peso como a madeira, não tem o calor da lã. As bonecas waldorf não apresentam expressão de felicidade nem de tristeza, assim a criança se sente à vontade de explorar os sentimentos da boneca em suas brincadeiras. Se a boneca já vem tem um sorriso estampado no rosto (como é o caso de várias bonecas de plástico que achamos nas lojas de brinquedos) e quando a criança “brinca que a boneca está triste”, não existe verdade naquilo que ela está fazendo. Os brinquedos são oferecidos aos alunos e estes ficam à vontade para explorar o que quiserem da maneira que quiserem, junto com o colega ou sozinho. A brincadeira é, assim como o desenho, sempre livre para a criança expressar e explorar os objetos e o espaço à vontade. Quando se deve passar à outra atividade, as crianças guardam os brinquedos, sempre “conduzidas” por uma música cantada pela professora.
Depois do conhecimento dos brinquedos da escola, fomos fazer a roda: uma atividade de história, música e movimento corporal. A professora conta uma história usando os movimentos do corpo e intercala entre a fala e o canto. Os movimentos, assim como os brinquedos, devem representar a verdade: “Se represento a ‘árvore’, não vou sair saltitando e mexendo os braços, pois árvores não pulam.” Afirma a professora Sara. “E não pedimos para as crianças imitarem cada movimento que fazemos, isso acontece naturalmente” disse a diretora Margarete.
Enquanto acontecia essa atividade, eu e a Ana não participamos: ela havia acordado e estava na “hora do papá”. Sentamos no chão, ao lado da roda, e fui dando a papinha de mamão enquanto a professora contava a história. A Ana não tirou os olhos da professora, que cantava e balançava os braços no alto representando “uma árvore que balança com o vento”.
Depois foi a hora do lanche. Fomos comer o pão sueco. Antes de comer é feito um agradecimento. O pão estava uma delícia!! Foi um momento muito gostoso: as professoras contaram vários fatos que acontecem entre as crianças nesse momento. A Ana ficou bem comportada no meu colo batendo com as mãozinhas na mesa.
Depois fomos conhecer o espaço aberto: um quintal lindo, com brinquedos de madeira, caixotes, cavalinhos entre vários outros que ficam à disposição dos alunos que correm e brincam livremente entre as árvores com balanços, na areia e na terra. Quando é hora de entrar, as professoras conduzem os alunos com uma música para guardar os objetos usados, formam um “trem” para entrarem, lavarem as mãos e entram para ouvir uma história. A professora Cassandra acendeu uma vela (que ficava numa mesinha no meio da roda de cadeirinhas) usou um “kântele” para cantar e contar a história. Quando a história acabou, conversamos durante uma meia hora sobre tudo que vimos na escola.
As escolas Waldorf em Curitiba tem uma ligação muito forte entre elas, não existe uma competição ou rivalidade, as pessoas (pais, professores, diretores) que seguem essa pedagogia são amigos, se conhecem e buscam JUNTOS uma vida melhor para as crianças dessa geração. A pedagogia e metodologia não se perdeu como aconteceu com outras como o "construtivismo", por exemplo. Os alunos não são bombardeados de estímulos: atividades exra-curriculaes, cores, televisão, computador... A vontade de cada criança é respeitada assim como seu ritmo de desenvolvimento. A escola não tem paredes pintadas com desenhos de personagens encontrados na mídia, não tem bexigas coloridas penduradas nas paredes, os brinquedos oferecidos às crianças foram feitos na própria escola... E isso tudo não é um questão de ser "alternativo" (como muitas vezes sou taxada por escolher uma escola assim pra minha filha, por querer ter tido um parto humanizado, por acreditar na psicomotricidade livre, por usar sling...) e sim uma questão de RESPEITO. Respeito pelo desenvolvimento da minha filha e é isso que ela merece.
Imagem: arquivo pessoal, Ana Clara e Rapha andando naquele agradável gramado aquecido pelo sol que veio iluminar a Festa da Primavera do Cordão Dourado.