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domingo, 20 de março de 2011

Selos de qualidade!

Sabe esse negócio de receber selinho? Vou confessar, eu não era muito chegada nisso não...
Me rendo, me entrego!! Vou postar!

Em setembro de 2010 recebi meu primeiro selinho da mamãe Gisa Tavares do blog well, well, well Gabriel e fiquei naquela de não saber o que fazer, não entendendo direito qual era a do tal "selinho" (ãh?? selinho? pra que isso?)
Aí deixei pra lá... aquele monte de regras pra repassar o tal selinho... ããh?

Aí hoje vejo um recado da minha queridíssima cunhada Luciana Ivanike do blog Por enquanto... me presenteando com meu segundo selinho. Achei legal e me senti super feliz com o carinho dela ao me indicar.

Selo de Qualidade - de Gisa Tavares

Esse blog me faz sorrir - de Luciana Ivanike

Então mudei de idéia e cá estou repassando esse carinho. Percebi e entendi que isso é uma ótima idéia para interagir os blogs. Quero agradecer às duas mães queridas que me deram esses selinhos e aproveitar para oferecer a outros 5 blogs que gosto muito (vale passar 2 selinhos de uma só vez??). Aí vai:

Para uma super querida mãe mamífera, fotógrafa que (acho que ela não sabe) me ensinou e me ensina muito sobre questões maternas. ADORO conversar e trocar idéias com ela. Milena, mãe da Sofi, do blog Palavras de minha doce vida.

Outra mega mãezona, querida e delicada recentemente me convidou e me proporcionou um delicioso encontro com outras mães blogueiras. Também fotógrafa, registra lindamente momentos únicos do filho Francisco e dedica o blog a ajudar outras mães compartilhando suas expreciências maternas. Alessandra Pilar, do blog Conversa pra mãe dormir.

Uma outra mãezona que tornou-se amiga virtual minha por conta da maternidade humanizada e consciente, escreve um blog dedicado intensamente a filhota Malu, e sempre com textos super interessantes e esclarecedores sobre questões maternas. Fabi, do blog Vida em Mim.

Mais uma super mãe de dois, que passou um perrengue com o mais novo por conta de uma doença que demorou um tempão a ser diagnosticada. Nos conhecemos na faculdade, mas nos aproximamos mesmo através da maternidade e da blogsfera mamímera. Hoje me sinto mais próxima dela, mesmo ela não morando mais em Curitiba, do que quando na graduação. Renata, mãe da Laís e do Noam, do blog Renata, Cléber, Laissa e Noam onde ela escreve sobre a vida e a maternidade.

Mais uma mãezona, que jamais imaginei usando um sling (achei que ela ia ser daquelas mães super emperequetadas, passeando com aqueles carrinhos de bebê enooormes, dando mamadeira pro filho de 1 mês e longe do mundo materno consciente e humanizado). #prontofalei. rsrsrsrs... Gi, do blog Gi & Me já recebeu o selinho da Lu ("esse blog me faz sorrir"), mas quero presenteá-la com o Selo de Qualidade, pois é um blog super divertido e com textos repletos de informações interessantes e importantes sobre a maternidade consciente.

Quero retribuir o carinho para minha cunhada presenteando-a também com o Selo de Qualidade, para um blog onde ela descreve sua vida de super mãe de duas meninas liiiiiiiindas (tia dinda coruja! rsrsrs), mãe mamífera e agora uma super empresária da Carinho de Pano. Lu Ivanike, do blog Por Enquanto...

Tá, não foi só 5, foi 6... mas vale, né?? É que eu gosto muito!

Então é isso aí gente!

Um beijo grande e especialmente para essas amigas queridas que compartilham de forma super divertida na blogsfera materna suas vidas super-mães!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

"Coleira" para crianças - liberdade pra quem?

Andei pensando nessa reportagem sobre o uso de "coleiras" em crianças, e que tem causado certa polêmica...

Achei interessante o texto, por ter sido imparcial com depoimentos de pessoas que usam o acessório, e as diferentes opiniões de profissionais sobre o assunto. Gostei muito do texto da Kathy, do blog das mamíferas sobre essa questão da coleira:
(...) Uma das mães ouvidas na reportagem comenta que o acessório dá "liberdade" ao
filho. Cheguei a dar risada ao ler isso. liberdade até o limite da corda? Que
liberdade é essa? (...) Será que quem ganha "liberdade" é o filho mesmo ou ela é
quem passa a ter uma preocupação a menos durante os passeios?
(...) outro ponto que muitos tocam é aquela justificativa ue mais me
irrita entre todas: "há até um relato de uma reporter que foi "encoleirada" e
não se considera traumatizada. Quando será que as pessoas vão entender que
sobreviver não basta? Que não queremos filhos "sobreviventes" de nada?
Fiquei aqui pensando no meu caso. Ana Clara, uma bebê de 23 meses muito calma, tranquila e que nunca saiu correndo de perto de mim no meio da rua (obviamente esse "nunca" é referente à um período de tempo de uns poucos meses que ela já anda, mas é no que eu posso me basear até agora). Sempre expliquei com calma, mas com ênfase no meu medo dela se machucar, sobre o cuidado dela tomar quando saimos para a rua. Hoje mesmo saí com ela e, quando vou atravessar a rua geralmente deixo ela ir andando de mão dada comigo (não a pego no colo), e ela NÃO ATRAVESSA antes que todos os carros estejam parados, e isso é uma coisa que ela mesma decidiu fazer, nunca falei a ela que tivesse que fazer isso. E não adianta eu falar pra ela "já podemos atravessar" se os carros ainda não estão todos parados antes da faixa de pedestres. Em outros lugares como shopping e mercado ainda uso muito o carrinho.

Acho que pra tudo existe um equilíbrio. Mas devo confessar que nenhum depoimento de mães que são a favor do uso da coleira me convenceu. Ainda acredito que haja outras alternativas muito mais saudáveis, repletas de paciência, calma e carinho...

Autoridade se faz com amor!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Vamos lutar pela valorização da maternidade!








Se identificou também? Então... ASSINE ESSE MANIFESTO!!

Manifesto pela Maternidade

MANIFESTAMOS PELAS MÃES

Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.

Mãe
de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.

Mãe
que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.

Mãe
mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar "super", mas ainda não encontrou sua capa.

Mãe
cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.

Mãe
que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.

Mãe
que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.

Mãe
que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.

Mãe
pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.

MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE

E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.

Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.

Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.

Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.

Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.

MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES

Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.

E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.

Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.

Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.

Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.

Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.

Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.

Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.

E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.

MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR

Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.

Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.

Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.

Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.

Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.

Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.

Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.

Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.


Manifestamos pelas mães!

Se você se identificou, assine também esse manifesto!! www.grupocria.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Concurso de blogueiras

Depois que virei blogueira (e digo isso com muito orgulho!) passei a ler muito mais do que antes (que era 'quase nada'). Sempre que me sobra um tempinho, fico 'fuçando' outros blogs me divertindo e me informando mais sobre a maternidade (que é o que tem me interessado nessa fase da minha vida).

Aí caí no Escreva Lola Escreva num post sobre um concurso de blogueiras. O tema do concurso? maternidade.

Estou aqui então para divulgar o post com uns textos incríveis e muito divertidos. Eu ainda não consegui ler todos os textos, mas já li a metade e já gostei muito. Passa lá também.